Fatosja.com.br
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) deu mais um passo importante através da nomeação do Coronel PM RR Antônio Nivaldo de Lara Filho que ocupará a função de Assessor Militar na Diretoria Regional de Educação de Tangará da Serra; comandando 23 Escolas Cívico-Militar em 7 municípios que compreendem: Tangara da Serra, Barra do Bugres, Campo Novo dos Parecis, Denise, Porto Estrela, Nova Olímpia e Sapezal.
Coronel Lara, é bacharel em Segurança Pública pela Academia de Polícia Militar Costa Verde-MT; especialista em gestão de Inteligência com ênfase em Administração pela Universidade Federal de Mato Grosso; especialista em Segurança Pública pela Academia de Polícia Militar Costa Verde-MT e, especialista em Gestão em segurança pública pela Academia de Policia Militar Costa Verde-MT.
Nesse contexto, o referido gestor militar tem histórico de comando em unidades operacionais e funções de planejamento estratégico, a qual comandou a Força Tática do 1º Comando Regional em Cuiabá; foi Comandante-adjunto do Primeiro Comando Regional da Capital; Comandante do 6º Comando Regional de Cáceres; Comandante do 7º Comando Regional de Tangará da Serra; Comandante do 14º Comando Regional de Nova Mutum e, dentre outras unidades militares comandadas.
Coronel Lara, foi entrevistado em nosso Site Jornalístico FATOS JÁ no final da tarde desta quarta-feira (13). Durante a entrevista, Coronel Lara abordou a importância das Escolas Cívico-Militar, reconhecendo pelo alto desempenho educacional e pela formação baseada em disciplina, respeito e valorização do professor. Segundo ele, esses pilares refletem diretamente na melhoria da qualidade de ensino.
- Para sanar as dúvidas sobre as Escola Cívico-Militar – seguem algumas perguntas e respostas:
1- As Escolas Cívico-Militar representam uma nova modalidade de ensino?
Não. O programa propõe um modelo de gestão escolar de excelência. A Escola Cívico-Militar é mais uma alternativa a contribuir com a qualidade do ensino; além de propiciar aos alunos, professores e funcionários um lugar mais seguro, com a melhoria do ambiente e da convivência escolar.
2- O programa representa a militarização da escola?
Não. Os militares atuam como colaboradores da gestão e da organização escolar, são apoiadores das ações desenvolvidas pela escola com atuação mais expressiva na área educacional e nas atividades extraclasses sob a liderança do Diretor (a) da Escola. Portanto, não é a imposição da cultura militar comumente chamada de militarização. Não é ronda ostensiva. Não é assumir a direção da escola, nem ocupar as funções dos profissionais de educação.
3- A Escola Cívico-Militar terá o seu Projeto Político-Pedagógico alterado?
Não. A escola tem autonomia para a elaboração do seu projeto político pedagógico conforme as orientações emitidas pela Seduc. Além disso, a escola continuará respeitando normativas da educação nacional e estadual.
4- O programa é implantado dentro dos princípios democráticos, respeitando os anseios da comunidade?
Sim. A implantação do programa é realizada obedecendo aos princípios democráticos de todos os segmentos que compõem a equipe escolar, pais e responsáveis, professores, alunos e funcionários. Neste sentido, tudo é implantado mediante aprovação da comunidade escolar.
5- A implantação do programa das escolas cívico-militar diminui o papel do professor?
Não. O programa tem como objetivo dar mais protagonismo ao professor como gestor de classe e do seu tempo em sala de aula. O programa traz o militar como um suporte que auxilia os professores e alunos promovendo uma organização mais efetiva e harmônica entre os alunos difundindo valores humanos e cívicos que impactam diretamente no processo ensino-aprendizagem.
Contudo, o “Coronel Lara, enfatizou que as escolas cívico-militar prezam pela disciplina, pelo respeito ao professor e pela presença da família, fatores que impactam diretamente no aprendizado positivo na vida de milhares de jovens, contribuindo para o desenvolvimento de cidadãos mais conscientes e responsáveis”, destacou.










